domingo, 18 de maio de 2008
O começo de relações infrutiferas
Indiferença. Eis como o caso sempre começa. Se não, não começa...Esvai-se num delírio insano, numa manhã de esperanças novas...Começa sem expectativa de ser, de virar época, de intensidade. Menos preocupações ele acarreta, é leve, e é extremamente propicio. Começa sem mesmo saber que começa. Musica que não agrada e nem incomoda. Escutada nos caminhos para os lugares importantes onde ensaiam as orquestras de verdade. Bares, ruas e vazios lares com a melodia sem forma e sem fio. Ela desanda nos assobios vazios dos que ainda não amam. Não para todos...Digo aqui o que ocorre exclusivamente á mim... Não nutri esperança. Minha alma suspende-se inacessível e meu corpo a todas possibilidades aberto. Isso não demonstra falha de integridade, pelo contrario, é tão sem tormenta, sem abuso, sem grande pesar, que já faz parte da conduta.
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Os irremediaveis
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Um comentário:
Olá Fernanda, agradeço sua visita e comentário. Li seu texto e não responderei de imediato, me darei tempo para digerí-lo e refletir. Volto com um comentário decente.
até
Gustavo Ganso
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